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Comprar ou lançar uma marca nova?

Mais um artigo interessante de Al Ries (aqui).  Este é um reflexão do porque grandes empresas perdem o bonde quando o assunto é lançar novas marcas em novas categorias.

De acordo com Ries, primeiro uma empresa pequena lança novos produtos e quando o negócio já está bem estabelecido, grandes empresas entram e compram o negócio. Alguns exemplos são Gatorade (comprado pela PepsiCo) e Vicks e Wella pela P&G.

A razão principal para isso seria:

1.  Grandes empresas apenas lançam marcas via grandes budgets de publicidade e propaganda de TV… isso significa necessidade de grande volume;

2. Nome escolhido via pesquisa, o que resulta quase sempre em nomes típicos de extensão de linha… enquanto produtos inovadores quase sempre “começam do zero”

3. Plano de distribuição maciça… esforço para atingir milhares de ponto de venda dilui a força do conceito.

Quando o novo produto em uma nova categoria demora a “pegar”, grandes empresas tiram o investimento e foco, e o posicionam como fracasso.

Já pequenas empresas se esforçariam mais para criar um conceito de produto tão inovador que não precise de grande budget de propaganda (plano de marketing  geralmente focado em relações públicas), e começam com plano de distribuição modesto mas de impacto.

Muitas vezes, a categoria precisa de tempo para “pegar”… tudo bem. O empreendedor continua firme e,  muitas vezes, é recompensado com um negócio sensacional no longo prazo. Red Bull chegou a $10m só depois de 5 anos. Sem dúvida, menos do que a verba de propaganda de qualquer bebida lançada pela Coca-Cola ou Pepsi.

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